Teve início a segunda turma da Especialização em Avaliação e Diagnóstico Psicológico: Enfoque Clínico da IMED.
O objetivo da especialização é capacitar psicólogos que trabalhem com a clínica psicológica em estratégias eficientes e atualizadas de avaliação e diagnóstico do comportamento.
A especialização permite acesso a estratégias e recursos atualizados de avaliação. Os profissionais que buscarem o curso terão acesso a estratégias e recursos atualizados de avaliação, através de processos clínicos de entrevista, aplicação de instrumentos projetivos e psicométricos autorizados e reconhecidos pelo Conselho Federal de Psicologia.
Mais informações da especialização podem ser obtidas aqui.
sexta-feira, 4 de abril de 2014
sábado, 12 de outubro de 2013
Biografia de Hermann Rorschach
Hermann Rorschach nasceu em Zurique, em 8 de novembro de 1884. Passou sua juventude em Scheffhausen. Seu interesse inicial foi estudar ciências da natureza, mas a morte de seu pai, um professor de desenho, desencadeou uma situação onde o jovem solicitou a orientação de Ernst Haeckel, que sugeriu que fizesse medicina. Ele seguiu o conselho, estudando em Neuenburg, Zurique, Berna e Berlin, completando seus estudos e graduando-se em 1910. No mesmo ano, casou-se com uma colega russa que logo tornou-se sua parceira e colaboradora. Tornou-se um assistente médico, primeiro no asilo de insanos de Muensterlingen, e depois em Muensingen. Aceitou uma vaga num hospital em Moscou em 1913 mas voltou para a Suíça após um ano.De junho de 1914 a novembro de 1915 foi médico na clínica psiquiátrica e asilo em Bern-Waldau, após o qual tornou-se assistente num hospital em Herisau. Enquanto ainda aguardava uma vaga, morreu em 2 de abril de 1922 após alguns dias de uma apendicite que complicou para uma peritonite.
Flexibilidade de caráter, rápida adaptabilidade, fina perspicácia e um senso prático foram combinados em Hermann Rorschach com um talento para a introspecção e síntese. Foi esta combinação que o fez extraordinário. Somando-se a esta natureza rara, que temperou experiência emocional pessoal com conhecimento prático, possuía os traços de caráter mais valorosos num psiquiatra. Mais importante do que tudo isso foi uma tendência infalível para procurar a verdade, um estrito senso crítico que não hesitava em aplicar a si mesmo, e ums cordialidade de sentimentos e bondade. [...] Bleuler apropriadamente expressou isso quando disse "Hermann Rorschach foi a esperança de uma geração inteira da psiquiatria suíça".
Dr. W. Morgenthaler (1942/1891). Biografia de Hermann Rorschach (traduzido). In: Psychodiagnostics: a diagnostic test based on perception. New York: Grune & Stratton.
Fonte: ulb.ac.be
Apenas os que conheceram a versatilidade de Hermann Rorschach podem compreender o que sua morte significou e ainda representa para a psiquiatria suíça. Ele não apenas foi um colega agradável, um parceiro extraordinário, e uma pessoa amável; possuía impressionantes qualidades como psiquiatra e cientista.Flexibilidade de caráter, rápida adaptabilidade, fina perspicácia e um senso prático foram combinados em Hermann Rorschach com um talento para a introspecção e síntese. Foi esta combinação que o fez extraordinário. Somando-se a esta natureza rara, que temperou experiência emocional pessoal com conhecimento prático, possuía os traços de caráter mais valorosos num psiquiatra. Mais importante do que tudo isso foi uma tendência infalível para procurar a verdade, um estrito senso crítico que não hesitava em aplicar a si mesmo, e ums cordialidade de sentimentos e bondade. [...] Bleuler apropriadamente expressou isso quando disse "Hermann Rorschach foi a esperança de uma geração inteira da psiquiatria suíça".
Dr. W. Morgenthaler (1942/1891). Biografia de Hermann Rorschach (traduzido). In: Psychodiagnostics: a diagnostic test based on perception. New York: Grune & Stratton.
sábado, 15 de junho de 2013
CETEST/IMED participa da feira de saúde da AMEPLAN
A Escola de Psicologia da IMED, através do CETEST, participou da feira de saúde organizada pela Associação Médica do Planalto - AMEPLAN - em Passo Fundo, RS, em 15/06/2013. A feira foi realizada na Escola Municipal Romana Gobbi.
Na ocasião, foram disponibilizados para o público que participou da feira a avaliação de sintomas de ansiedade e de depressão, bem como orientações referente à saúde mental e encaminhamentos para o atendimento clínico no Serviço Integrado de Atendimento Psicológico da IMED.
segunda-feira, 20 de maio de 2013
Especialização em Avaliação e Diagnóstico Psicológico - IMED
Iniciou no dia 17 de maio de 2013 a primeira turma de especialização em Avaliação e Diagnóstico Psicológico: Enfoque Clínico da IMED/Faculdade Meridional.
A especialização tem por objetivo capacitar psicólogos que trabalhem com a clínica psicológica em estratégias eficientes e atualizadas de avaliação e diagnóstico do comportamento. Focada na necessidade de um diagnóstico adequado, a especialização permitirá que os profissionais tenham acesso a estratégias e recursos atualizados de avaliação, seja através de processos clínicos de entrevista, seja pela aplicação de instrumentos projetivos e psicométricos autorizados e reconhecidos pelo CFP.
A especialização tem por objetivo capacitar psicólogos que trabalhem com a clínica psicológica em estratégias eficientes e atualizadas de avaliação e diagnóstico do comportamento. Focada na necessidade de um diagnóstico adequado, a especialização permitirá que os profissionais tenham acesso a estratégias e recursos atualizados de avaliação, seja através de processos clínicos de entrevista, seja pela aplicação de instrumentos projetivos e psicométricos autorizados e reconhecidos pelo CFP.
quarta-feira, 1 de maio de 2013
A engenharia reversa do cérebro
Quando não conhecemos como determinado aparelho ou programa de computador funciona, mas observamos o que ele faz, podemos utilizar a engenharia reversa. A engenharia reversa consiste em ver o que o aparelho ou programa faz, e aí começamos a presumir como as partes se relacionam para que o resultado final observável seja compreendido e reproduzido. Um exemplo disso ocorreu no início dos anos 1980, quando a empresa Compaq utilizou engenharia reversa para compreender o funcionamento do computador pessoal (PC) da IBM e assim abriu o mercado para a difusão e popularização dos computadores pessoais.
A utilização da engenharia reversa não está restrita ao conhecimento de aparelhos (hardware) e programas (software). De forma conceitual, ela pode ser utilizada em qualquer coisa que tenha algum tipo de funcionamento. Assim, podemos dizer que a engenharia reversa pode ser aplicada ao funcionamento cerebral também. Quando temos o cérebro como um tipo de processador de informações, semelhante a um computador, e uma forma específica de tratamento dos dados (processando, neste caso, os impulsos nervosos), é possível simular seu funcionamento, e assim estimar como ele processa as informações. No caso extremo, quando se souber o suficiente sobre as rotinas de funcionamento do cérebro, será possível emular o comportamento de um ser humano no computador a partir de uma programação que seja equivalente ao que o cérebro humano faz.
Várias áreas do conhecimento, especialmente a neurociência, avançam cada vez mais na busca da compreensão de como o cérebro normal funciona, e muito disto o faz com a compreensão das patologias cerebrais. A avaliação psicológica, e em especial a neuropsicológica, é uma ferramenta eficiente para o fornecimento de informações a respeito do comportamento humano, pois pode levantar os "resultados" do funcionamento cerebral, comparando-os com o que seria o funcionamento padrão. Desta forma, conhecendo o desempenho padrão e comparando-o com o funcionamento alterado, tem-se mais subsídios para compreendermos como nosso cérebro funciona.
Fonte: blogmidia8.com
A utilização da engenharia reversa não está restrita ao conhecimento de aparelhos (hardware) e programas (software). De forma conceitual, ela pode ser utilizada em qualquer coisa que tenha algum tipo de funcionamento. Assim, podemos dizer que a engenharia reversa pode ser aplicada ao funcionamento cerebral também. Quando temos o cérebro como um tipo de processador de informações, semelhante a um computador, e uma forma específica de tratamento dos dados (processando, neste caso, os impulsos nervosos), é possível simular seu funcionamento, e assim estimar como ele processa as informações. No caso extremo, quando se souber o suficiente sobre as rotinas de funcionamento do cérebro, será possível emular o comportamento de um ser humano no computador a partir de uma programação que seja equivalente ao que o cérebro humano faz.
Várias áreas do conhecimento, especialmente a neurociência, avançam cada vez mais na busca da compreensão de como o cérebro normal funciona, e muito disto o faz com a compreensão das patologias cerebrais. A avaliação psicológica, e em especial a neuropsicológica, é uma ferramenta eficiente para o fornecimento de informações a respeito do comportamento humano, pois pode levantar os "resultados" do funcionamento cerebral, comparando-os com o que seria o funcionamento padrão. Desta forma, conhecendo o desempenho padrão e comparando-o com o funcionamento alterado, tem-se mais subsídios para compreendermos como nosso cérebro funciona.
domingo, 17 de março de 2013
Revista de Psicologia da IMED
Publicação da Escola de Psicologia da IMED, a Revista que está atualmente classificada como B5 pela CAPES e teve sua primeira edição em 2009, agora traz novidades.
Estamos utilizando todas as funcionalidades do Sistema Eletrônico de Editoração de Revistas (SEER). Este sistema permite mais rapidez no processo de recepção, análise e resposta aos autores.
Na ciência, a publicação de qualidade é fundamental, e tão importante quanto esta qualidade é que os resultados de pesquisa sejam disponibilizados com a maior velocidade possível. Agora, a Revista está em condições plenas de dar ainda mais celeridade, trazendo aos leitores o que há de mais recente na pesquisa em psicologia.
Para acessar, basta acessar aqui
Agradecemos os interessado em submeter seus artigos científicos à nossa Revista, e nos colocamos totalmente à disposição para informações.
terça-feira, 28 de agosto de 2012
A sede da alma
Na história da neurologia, houve um período em que se acreditava que os ventrículos cerebrais eram a sede da alma.
Defendida pela Igreja Católica, tal idéia baseava-se na suposição de que o cérebro, por ser material, era imperfeito para ser o ponto de contato entre a alma e o corpo; os ventrículos, por sua vez, continham os espaços vazios e puros onde a alma poderia se manifestar em sua magnitude. Esta doutrina ventricular teve sua origem no século IV d.C. baseada nas idéias de Galeno.
Fonte: encydia.com
Para além de permitir a veiculação de uma substância imaterial como a alma, havia outro ponto que agradava a Igreja: o fato de serem reconhecidos à época três ventrículos encaixava-se bem com a doutrina da santíssima trindade. Caberia a cada um deles ser responsável por certas funções mentais, como a percepção, o pensamento e a memória.
Esta doutrina vigorou até que outra, chamada frenologia, demonstrou que determinadas áreas do cérebro, e não os ventrículos, eram os responsáveis pelas funções mentais. Mesmo que a teoria de Gall fosse depois demonstrada como incorreta, serviu como substituto à teoria dos ventrículos, e deu as bases para o moderno localizacionismo.
Fonte: HERCULANO-HOUZEL, Suzana. A frenologia e o nascimento da neurociênca experimental. In: LENT, Roberto. Cem bilhões de neurônios: conceitos fundamentais de neurociência. São Paulo: Atheneu, 2005. Cap. 1, p. 20-21.
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